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TCE-MT aponta que apenas 48 municípios publicam dados sobre estoque de medicamentos

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Um acompanhamento da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social (COPSPAS) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) aponta que apenas 48 municípios vêm disponibilizando dados sobre os estoques dos medicamentos das farmácias do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme prevê a legislação.

Apresentado durante a sessão ordinária desta terça-feira (14), o número foi obtido por meio de questionário referente à implementação da Lei n.º 14.654/2023, que tornou obrigatória a publicidade dos dados, e ao cumprimento da Nota Recomendatória n.º 3/2024 do TCE-MT, encaminhada às secretarias de saúde do estado e dos 141 municípios.

“Estamos vivendo uma epidemia de dengue, infecção por viroses, os ambulatórios e prontos-socorros todos lotados e a assistência farmacêutica vem falhando na maioria dos municípios. Se nós tivéssemos o controle da população, essa questão poderia avançar muito”, disse o presidente da Comissão, conselheiro Guilherme Antonio Maluf.

Isso porque, segundo Maluf, a Lei estabelece a implantação de solução tecnológica que permita a consulta atualizada das quantidades de remédios pelos profissionais e usuários da rede pública, com atualização quinzenal, de forma acessível. “A divulgação, dá maior transparência à gestão dos bens públicos, e ao planejamento das aquisições.”

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Segundo o levantamento, 32 secretarias informaram atualizar os números no prazo definido e 16 que atualizam fora do prazo. Outras 61 não responderam ao questionário e 33 disseram que não estão cumprindo a norma. Destas, sete alegam falta de conhecimento, nove falta de infraestrutura, e as demais não justificaram.

Diante da situação, o conselheiro sugeriu aos relatores das contas das prefeituras a instauração de representação de natureza interna para apurar os responsáveis pelo descumprimento da legislação.

Ao reforçar a importância do tema, o conselheiro ressaltou que a divulgação também contribui para que cidadãos saibam onde exatamente encontrar os medicamentos receitados. “Visto que na maioria das ocasiões vão em busca de um medicamento por reiteradas vezes, mas são surpreendidos pela inexistência do produto”, concluiu.

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Política

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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