SORAYA MEDEIROS

Amor que acolhe, ação que transforma!

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Em meio ao turbilhão da vida, com seus desafios e incertezas, ecoa uma verdade fundamental — um farol que guia e acalma: o amor é tudo o que temos, a única via pela qual podemos genuinamente ajudar uns aos outros. Essa não é uma frase feita, nem um adorno retórico para soar bem; é a essência da nossa humanidade, o fio invisível que nos conecta e nos impulsiona a construir um mundo mais compassivo e resiliente.

Olhemos ao nosso redor: as maiores transformações, os gestos mais significativos de apoio, as curas mais profundas — todos, invariavelmente, carregam a marca do amor. Seja no abraço que consola uma dor silenciosa, na escuta atenta que acolhe um desabafo, no ato de dividir o pouco com quem nada possui ou na luta incansável por justiça e igualdade, o amor se revela como a força motriz da verdadeira solidariedade.

Como afirmou Martin Luther King Jr., “o amor é a única força capaz de transformar um inimigo em amigo.” A ajuda desprovida de afeto pode ser eficiente, pode até ser necessária em determinados momentos. Podemos oferecer recursos materiais, conhecimento técnico, tempo ou esforço. No entanto, quando o amor se ausenta, essa ajuda corre o risco de se tornar fria, impessoal e até mesmo de perpetuar desigualdades e dependências. O amor, ao contrário, infunde à ação o calor humano que nutre a alma, reconhecendo a vulnerabilidade do outro e acolhendo-a com empatia.

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Ajudar com amor é enxergar além da necessidade imediata: é reconhecer a pessoa em sua totalidade — sua história, seus medos, suas esperanças. Como destacou Viktor Frankl, psiquiatra e sobrevivente do Holocausto, “a essência da existência humana é a responsabilidade pelo outro.” Quando compreendemos isso, nossa ajuda se torna mais profunda, mais respeitosa, buscando não apenas aliviar o sintoma momentâneo, mas também fortalecer a autonomia e a dignidade de quem está diante de nós.

O amor também nos ensina a olhar além das diferenças, a derrubar os muros da intolerância e do preconceito. Ele nos convida à escuta ativa, à compaixão verdadeira, ao exercício de nos colocarmos no lugar do outro. Como escreve bell hooks, teórica e ativista: “O amor é um ato de vontade — a intenção de nutrir o crescimento espiritual de si mesmo ou do outro.” Sem essa vontade, a ajuda se esvazia; com ela, torna-se semente de transformação.

Num mundo frequentemente moldado pela lógica da competição e do individualismo, afirmar que o amor é o único caminho para a verdadeira ajuda é um ato de resistência. Precisamos, urgentemente, resgatar a beleza dos laços humanos, fortalecer as redes de apoio mútuo e cultivar a compaixão em nossas interações diárias. Pequenos gestos — um sorriso sincero, uma palavra de encorajamento, uma escuta generosa — são manifestações do amor em ação, capazes de transformar não apenas o dia de alguém, mas o tecido da sociedade como um todo.

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O caminho da ajuda permeada pelo amor não é sempre fácil. Ele exige paciência, entrega e, muitas vezes, o enfrentamento de nossas próprias limitações e inseguranças. Mas, como lembra o Dalai Lama, “somos feitos para o amor e para a compaixão; elas são as verdadeiras fontes da felicidade humana.” A recompensa, portanto, é imensurável: construir um mundo onde a vulnerabilidade não seja sinônimo de isolamento, mas de encontro; onde a dor encontre acolhimento e onde a esperança floresça entre corações conectados pelo afeto.

Que possamos, então, lembrar sempre: em cada gesto de auxílio, em cada tentativa de aliviar o sofrimento alheio, o amor deve ser nossa bússola e nossa ponte. Pois, no fim das contas, é o amor que nos define como seres humanos — e é ele que nos permite construir um futuro em que a ajuda mútua não seja apenas uma ação, mas a própria essência da nossa coexistência.

*Soraya Medeiros é jornalista com mais de 23 anos de experiência, possui pós-graduação em MBA em Gestão de Marketing. É formada em Gastronomia e certificada como sommelier.

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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