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Carlos Bolsonaro culpa Mauro Cid por condenação do pai; aliados do militar rebatem

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O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro culpou o tenente-coronel Mauro Cid pela condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Parabéns pelo que fez na história brasileira, Mauro Cid!”, escreveu Carlos em seu perfil na rede social X.

O vereador fixou a publicação para ser a primeira a aparecer quando entrarem em seu perfil da rede social.

Aliados do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro rebatem as acusações. Segundo eles, “quem colocou todo mundo nessa confusão foi Bolsonaro”.

Eles lembram que Cid relutou muito a fazer a delação premiada, pois sempre teve e segue tendo admiração por Bolsonaro. Destacam, ainda, que o ministro Luiz Fux usou a delação premiada de Cid para inocentar Bolsonaro, por exemplo.

Condenação no STF
Na noite de quinta-feira (11), Bolsonaro foi condenado pela 1ª Turma da Corte a cumprir 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista.

A defesa do ex-presidente considerou a pena excessiva tenta entrar com recursos, além de pedir para que Bolsonaro cumpra a pena em prisão domiciliar.

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Cid recebeu pena de 2 anos por ter feito delação premiada e colaborado com as investigações em depoimentos à Polícia Federal (PF).

Advogados de Mauro Cid disseram ao blog que a primeira medida deles vai ser pedir a retirada da tornolezeira eletrônica e a devolução de bens de Cid que estão apreendidos, o que inclui o seu passaporte.

Não está decidido se Cid vai para os Estados Unidos, mas está decidido que ele pediu para ir à reserva e aguarda posição do Exército Brasileiro.

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BRASIL

PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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