FATALIDADE

Carro com família capota ao tentar evitar batida com moto e menina de 7 anos morre

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Uma menina de 7 anos, identificada como Hendenlen Barbosa da Silva, morreu após o carro em que viajava com familiares capotar no distrito de Guariba, em Colniza, no domingo (20).

De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, quatro pessoas da mesma família estavam no veículo e retornavam de uma confraternização quando ocorreu o acidente.

A apuração inicial indica que, ao se aproximar de uma curva, o motorista teria se deparado com uma motocicleta que seguia no sentido contrário. Na tentativa de evitar uma colisão frontal, ele desviou, perdeu o controle da direção e o veículo capotou cerca de duas vezes.

Hendenlen não resistiu aos ferimentos e morreu. O estado de saúde dos outros três ocupantes do carro não foi informado.

Segundo a Polícia Civil, o motociclista envolvido na dinâmica relatada não teria parado para prestar socorro após o acidente.

O local passou por perícia, e as circunstâncias do capotamento continuam sendo investigadas pela Polícia Civil. A apuração deverá esclarecer a dinâmica do acidente e a eventual participação da motocicleta no episódio.

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Falta de médicos leva CRM a interditar UTI Pediátrica e Neonatal em Várzea Grande

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A UTI Pediátrica e Neonatal do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG) foi parcialmente interditada nesta terça-feira (22) por determinação do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT). A medida foi adotada após o órgão identificar problemas relacionados à quantidade de médicos disponíveis para garantir o funcionamento do setor.

Com a interdição, a unidade fica impedida de receber novos pacientes na UTI Pediátrica e Neonatal enquanto as exigências estabelecidas pelo conselho não forem atendidas. Os pacientes que já estão internados continuam recebendo assistência.

A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informou, por meio de nota, que a escala médica de setembro já foi regularizada e encaminhada ao CRM-MT. Segundo a pasta, 10 médicos atuam atualmente no setor, e outros três profissionais estão em processo de contratação.

A ampliação da equipe, conforme o município, pretende reforçar a escala e garantir cobertura durante férias, afastamentos e outras situações que possam provocar redução no número de profissionais disponíveis.

Atualmente, sete pacientes permanecem internados na UTI e, segundo a Secretaria de Saúde, continuam sendo acompanhados normalmente pela equipe médica.

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“A interdição parcial não compromete a assistência aos pacientes que já estão internados na unidade. Atualmente, a UTI conta com sete pacientes, que permanecem sob acompanhamento e cuidados da equipe médica”, informou a prefeitura.

O município acrescentou que, caso surja a necessidade de internação de um novo paciente enquanto a restrição estiver vigente, a direção do hospital deverá buscar atendimento por meio da Central de Regulação do Estado.

Segundo o CRM-MT, a decisão ocorreu após uma fiscalização realizada em 15 de setembro. Durante a vistoria, o conselho constatou que problemas identificados anteriormente, em uma inspeção realizada em agosto, ainda não haviam sido solucionados.

Após a primeira fiscalização, o município recebeu prazo de cinco dias para adotar as providências necessárias. Diante da permanência das irregularidades apontadas, o conselho determinou a interdição parcial.

O CRM-MT informou que a medida será implementada gradualmente, considerando a complexidade do serviço. O município deverá regularizar a escala médica e comprovar que o setor reúne condições para funcionar de forma segura. Dependendo da situação, também poderá ser necessária a transferência de pacientes.

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O conselho ressaltou que a interdição tem caráter preventivo e não significa a suspensão dos cuidados prestados às crianças e recém-nascidos que já estão internados.

A restrição permanecerá válida até que o município comprove o cumprimento das exigências e as condições necessárias para o funcionamento seguro da UTI Pediátrica e Neonatal.

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