COMBATE AO TRÁFICO

Polícia prende cinco pessoas e apreende mais de 130 porções de drogas em Várzea Grande

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Cinco pessoas foram presas por tráfico de drogas nesta terça-feira (16), durante duas ações realizadas por equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar em Várzea Grande. Ao todo, os policiais apreenderam cerca de 130 porções de entorpecentes, entre maconha, cocaína e pasta base.

A primeira ocorrência foi registrada no fim da tarde, no bairro São Mateus. Durante patrulhamento, policiais do Grupo de Apoio (GAP) abordaram um homem em atitude considerada suspeita. Com ele, foram encontradas cinco porções de maconha.

Segundo a PM, o suspeito admitiu que a droga seria comercializada na região e informou que mantinha mais entorpecentes em sua residência. Os militares seguiram até o imóvel indicado e localizaram outras 34 porções de maconha. O homem foi preso em flagrante e encaminhado à Central de Flagrantes.

Mais tarde, já no período da noite, outra equipe do GAP recebeu uma denúncia sobre a venda de drogas em uma boate localizada no bairro Jardim Potiguar. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram três suspeitos — um homem e duas mulheres — que tentaram deixar o local ao perceber a presença da equipe.

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Durante a abordagem, foram encontradas porções de cocaína e maconha já preparadas para venda. Parte da droga estava escondida nas roupas íntimas das suspeitas, que retiraram o material e o entregaram aos policiais.

Questionados, os envolvidos informaram que havia mais entorpecentes armazenados em uma residência próxima. No imóvel, os militares localizaram outro homem e encontraram novas porções de drogas, além de balanças de precisão e materiais utilizados para embalar os produtos.

Os quatro suspeitos foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes de Várzea Grande. Todo o material apreendido foi entregue à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações e aos procedimentos legais.

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CIDADES

Menino de 1 ano é levado duas vezes à UPA e morre após agravamento do quadro respiratório

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O menino Heitor Hariel Almeida da Silva, de 1 ano e 8 meses, morreu na noite de terça-feira (6), após ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cristo Rei, em Várzea Grande. Conforme o atestado de óbito, a criança apresentou insuficiência respiratória aguda grave, que evoluiu para uma parada cardiorrespiratória.

Segundo a família, Heitor chegou à unidade de saúde ainda com vida, mas não resistiu após aproximadamente duas horas de atendimento. O caso é acompanhado pela Polícia Civil, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames periciais.

O pai da criança contou que os primeiros sintomas surgiram no domingo (4), quando o menino apresentou febre alta, sinais semelhantes aos de uma gripe e pequenas lesões na boca, que dificultavam sua alimentação.

Preocupados com o estado de saúde do filho, os pais procuraram atendimento na mesma UPA. Conforme o relato, a equipe médica informou que Heitor apresentava um quadro de estomatite, condição caracterizada por inflamações e lesões na mucosa da boca.

Na ocasião, foram prescritos medicamentos e solicitados exames de sangue e urina. O pai afirmou que a coleta de sangue não foi realizada naquele momento e teria ficado para terça-feira.

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Após receber as orientações médicas, a família retornou para casa e iniciou o tratamento indicado.

Na terça-feira (6), o estado de saúde de Heitor piorou, levando os familiares a procurar novamente a unidade de pronto atendimento.

O pai relatou que chegou à UPA carregando o menino nos braços, enquanto a criança apresentava intensa dificuldade respiratória.

“A gente chegou com nosso filho lá com vida. Ele estava com muita falta de ar, muita falta de ar mesmo, mas a gente chegou lá com ele com vida. Ele estava no meu colo”, afirmou.

Segundo ele, os profissionais de saúde pediram que os familiares deixassem a sala para que os procedimentos de emergência fossem realizados.

A família aguardou informações sobre a evolução do quadro clínico, mas, aproximadamente duas horas depois, recebeu a notícia da morte.

“Eu me retirei e ficou para eles atualizarem a gente quando ele estabilizasse mais. Aí passaram duas horas e deram a notícia pra gente de que o Heitor tinha falecido”, relatou.

De acordo com as informações repassadas à Polícia Civil, o menino apresentou insuficiência respiratória aguda grave, seguida de parada cardiorrespiratória. Apesar do atendimento, não foi possível reverter o quadro.

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Após a morte, familiares levantaram a suspeita de que Heitor pudesse ter sofrido algum tipo de violência física. Diante do relato, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para avaliação pericial.

Os exames deverão verificar se existem sinais de violência e contribuir para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação de que a criança tenha sido vítima de agressão.

A Polícia Civil acompanha o caso e aguarda os resultados da perícia.

Em meio à dor da perda, o pai descreveu o impacto da morte do filho e afirmou que a família ainda tenta compreender o que aconteceu.

“Uma notícia deixa qualquer um abalado, sem chão, sem saber o que fazer. Até agora a ficha não caiu. Meu filho era um anjo”, desabafou.

O resultado dos exames periciais será importante para esclarecer as circunstâncias do falecimento de Heitor.

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