CASOS AVANÇADOS

UBS Cidade Verde promove ação de combate à proliferação do mosquito da Dengue

Publicado em

A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), por meio da Secretaria Adjunta de Atenção Primária, realizará nesta sexta-feira (28) o Projeto de Combate à Proliferação da Dengue: “Aliados Contra a Dengue”. A ação será conduzida pelas equipes da UBS Cidade Verde e Multi Oeste II na Escola Estadual Aureolina Eustácia Ribeiro, localizada no bairro Cidade Verde, das 08h às 11h.

Segundo Marcos Padilha, gerente da UBS, a ação foi planejada devido ao aumento no número de casos, com o objetivo de sensibilizar a população em geral sobre como promover a saúde em seus lares, bem como o manejo dos resíduos sólidos e os cuidados com o armazenamento de água. Também visa incentivar o cultivo de plantas naturais como repelentes ao mosquito e a importância da vacinação das crianças na faixa etária de 10 a 14 anos.

“É fundamental desenvolvermos atividades e ações educativas em saúde nas escolas e na comunidade, incentivando a participação e a conscientização popular através do compartilhamento de informações relevantes e qualificadas sobre a doença e seus vetores”, enfatiza o gerente.

Leia Também:  Bombeiros combatem princípio de incêndio em residência em Primavera do Leste

Durante a ação, serão distribuídos materiais educativos e mudas de plantas utilizadas como repelentes naturais. Também haverá um estande sobre o ciclo de vida do mosquito da Dengue.

De acordo com dados do boletim epidemiológico divulgado em 20 de junho, desde janeiro deste ano já foram registrados 1.906 casos, dos quais 1.602 foram confirmados.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

MPF aciona Justiça após suspeita de lavagem de R$ 18,4 bilhões em ouro ilegal na Amazônia

Published

on

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação na Justiça contra a Agência Nacional de Mineração (ANM) após um relatório do Greenpeace Brasil apontar indícios de que autorizações de garimpo em Mato Grosso, Pará e Rondônia estariam sendo utilizadas para dar aparência de legalidade ao ouro extraído de forma ilegal na Amazônia. Segundo o estudo, o esquema teria movimentado 25,3 toneladas de ouro, avaliadas em aproximadamente R$ 18,4 bilhões, entre 2018 e março de 2026.

A ação foi protocolada pelo procurador da República André Luiz Porreca Ferreira Cunha, que sustenta que a Permissão de Lavra Garimpeira (PLG), criada para autorizar a exploração de jazidas de pequeno porte, passou a ser utilizada como mecanismo para “esquentar” ouro retirado ilegalmente de terras indígenas e unidades de conservação.

O caso teve como base o relatório “Lavagem de ouro na Amazônia: anatomia de uma fraude”, elaborado pelo Greenpeace Brasil e encaminhado ao MPF. O levantamento identificou indícios de irregularidades em 98 Permissões de Lavra Garimpeira, pertencentes a 20 titulares distribuídos nos três estados. De acordo com o documento, essas autorizações concentraram 97% de todo o ouro declarado nos 187 processos minerários analisados pela organização.

Leia Também:  Hilux invade preferencial e mata motociclista em cidade de MT

Na ação, o Ministério Público aponta falhas estruturais na atuação da Agência Nacional de Mineração. Entre elas estão a ausência de critérios técnicos mais rigorosos para concessão das permissões, a deficiência na fiscalização de áreas que registram elevada produção sem evidências de atividade minerária — os chamados “garimpos fantasmas” — e a tolerância à operação conjunta de diversas permissões como se fossem um único empreendimento de grande porte, prática que, segundo o órgão, permite burlar os limites legais e ambientais.

Diante desse cenário, o MPF pede que a Justiça obrigue a ANM a adotar uma série de medidas para reformular o sistema de controle. Entre os pedidos está a criação, em até 30 dias, de um grupo técnico responsável por revisar o regime das Permissões de Lavra Garimpeira.

O órgão também solicita que, no prazo de 60 dias, a agência implemente um programa nacional para revisar e suspender preventivamente todas as permissões que registraram recolhimento da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), mas não apresentem comprovação física da atividade de mineração.

Leia Também:  Justiça determina que Estado disponibilize auxiliar para adolescente com deficiência

Além disso, o Ministério Público requer que a ANM apresente, em até 120 dias, um estudo técnico que sirva de base para uma nova regulamentação das permissões de lavra garimpeira.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA