POLÍCIA

Assaltante de banco foragido de MT é preso na Guiana Francesa

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Um homem de 34 anos, preso em território francês, foi identificado pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) da Polícia Civil de Mato Grosso, após investigações onde recebeu informações de que um criminoso foragido e conhecido da polícia de Mato Grosso com diversas passagens criminais, teria embarcado em um navio e fugiu para Europa usando nome falso.

As informações apontavam que o foragido se envolvera em uma troca de tiros e estava preso na França. O criminoso é procurado pela Justiça de vários estados do Brasil. Ele atuou em arrombamentos a caixas eletrônicos e ataques a agências bancárias em vários estados e tem condenações em Mato Grosso por diversos crimes.

Para confirmar os dados recebidos, a Polinter iniciou a apuração por meio de diversas diligências cartorárias, consultas em canais de fontes aberta e fechada e fez contatos com as Polícias Civis de outros estados, com a Polícia Federal e Interpol.

Na sexta (19), a Delegacia da Polinter recebeu a confirmação com identificação positiva de que o procurado da justiça estava preso em um território francês, contudo, diferentemente das informações inicialmente recebidas, ele está na Guiana Francesa, na fronteira com o estado do Amapá. O foragido, B.B.M., foi detido quando estava em um veículo com outros criminosos integrantes de uma organização criminosa que também usavam nomes falsos e atuam crimes de roubos, sequestros e associação criminosa.

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Diante disto, a equipe da Polinter encaminhou cinco mandados de prisão que estão em aberto no Brasil contra o procurado pela justiça e serão cumpridos mediante Carta Rogatória. Os mandados serão despachados por intermédio do Ministério da Justiça.

Na Justiça de Mato Grosso ele responde por roubo majorado, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e de munição de uso restrito, receptação, furto qualificado, adulteração de sinal identificador veicular, roubo majorado com restrição de liberdade, falsificação de documento, associação para o tráfico e uso de documento falso. 

As investigações contaram com auxílio e colaboração da Polícia Civil do Amapá, Polícia Federal, Interpol e da Delegacia de Polícia de Oiapoque.    

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POLÍCIA

Jovem de 26 anos é morta com cerca de 8 tiros dentro de casa em Cuiabá

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Chico Ferreira

Érica Campos Barbosa, de 26 anos, foi morta a tiros na tarde desta quinta-feira (10), em uma residência no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá. Natural de Pontes e Lacerda, ela vivia na capital havia cerca de seis meses e utilizava tornozeleira eletrônica.

De acordo com a Polícia Militar, moradores da região acionaram o 190 após ouvirem cerca de oito disparos vindos do imóvel. Quando a equipe chegou ao endereço, encontrou Érica caída e sem sinais vitais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado e confirmou a morte da jovem ainda no local.

Informações preliminares repassadas por testemunhas apontam que dois homens chegaram ao endereço em uma motocicleta. O passageiro teria descido, entrado no quintal da residência e efetuado os disparos. Em seguida, a dupla fugiu na moto.

Ainda conforme os relatos colhidos pela polícia, não havia sido percebida nenhuma movimentação considerada suspeita no imóvel antes da chegada dos dois homens.

Segundo a coronel Athayses, Érica possuía registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas e era monitorada pela Justiça por meio de tornozeleira eletrônica. A policial informou ainda que a jovem não tinha filhos e morava sozinha em Cuiabá.

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“Ela tinha passagens por crimes de tráfico e usa tornozeleira eletrônica. Então, já era monitorada pela Justiça. Ela não tinha filhos e morava sozinha na cidade de Cuiabá. Agora a Polícia Civil irá assumir as investigações e esclarecer as motivações, assim como a autoria do crime”, afirmou a coronel.

Durante os primeiros levantamentos, os policiais também encontraram latas de cerveja e outras bebidas alcoólicas na residência. Até o momento, não há informação de que esse material tenha relação com o crime.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), enquanto a Polícia Civil iniciou os procedimentos de investigação.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. Nenhum suspeito havia sido preso até o momento.

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