DISPARO ACIDENTAL

Secretário-adjunto morre após ser atingido por tiro no rosto em Mato Grosso

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O secretário-adjunto de Agricultura de Aripuanã, Sérgio Lotek, conhecido como “Serjão”, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo no rosto, na noite desta quarta-feira (9). O caso ocorreu em uma propriedade particular localizada na Linha Monte das Oliveiras, na região do distrito de Conselvan.

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi comunicada por volta das 22h. O vice-prefeito de Aripuanã, conhecido como Baiano, informou aos policiais que um disparo, inicialmente relatado como acidental, havia ocorrido dentro da residência de Sérgio.

Ao chegarem ao imóvel, os militares encontraram o secretário-adjunto caído, apresentando uma perfuração no rosto provocada pelo disparo.

A esposa de Sérgio relatou à PM que o marido teria pedido para que ela guardasse uma espingarda. Segundo a versão apresentada por ela, ao manusear o armamento, não sabia que a arma estava carregada e acabou ocorrendo o disparo que atingiu Sérgio.

Uma equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) foi chamada para prestar atendimento. No local, o médico plantonista constatou a morte do secretário-adjunto.

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A área foi isolada e preservada pela Polícia Militar para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A Polícia Civil também foi acionada e ficará responsável pela investigação.

Apesar do relato inicial de disparo acidental, a dinâmica e as circunstâncias da morte ainda serão apuradas, com base nos depoimentos, nos levantamentos realizados no local e nos resultados periciais.

Sérgio Lotek já havia exercido outros cargos públicos em Aripuanã. Em nota, a prefeitura lamentou a morte e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.

“Nesse momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e colegas de trabalho. Desejamos força e conforto a todos”, diz trecho da manifestação.

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POLÍCIA

Jovem de 26 anos é morta com cerca de 8 tiros dentro de casa em Cuiabá

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Chico Ferreira

Érica Campos Barbosa, de 26 anos, foi morta a tiros na tarde desta quinta-feira (10), em uma residência no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá. Natural de Pontes e Lacerda, ela vivia na capital havia cerca de seis meses e utilizava tornozeleira eletrônica.

De acordo com a Polícia Militar, moradores da região acionaram o 190 após ouvirem cerca de oito disparos vindos do imóvel. Quando a equipe chegou ao endereço, encontrou Érica caída e sem sinais vitais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado e confirmou a morte da jovem ainda no local.

Informações preliminares repassadas por testemunhas apontam que dois homens chegaram ao endereço em uma motocicleta. O passageiro teria descido, entrado no quintal da residência e efetuado os disparos. Em seguida, a dupla fugiu na moto.

Ainda conforme os relatos colhidos pela polícia, não havia sido percebida nenhuma movimentação considerada suspeita no imóvel antes da chegada dos dois homens.

Segundo a coronel Athayses, Érica possuía registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas e era monitorada pela Justiça por meio de tornozeleira eletrônica. A policial informou ainda que a jovem não tinha filhos e morava sozinha em Cuiabá.

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“Ela tinha passagens por crimes de tráfico e usa tornozeleira eletrônica. Então, já era monitorada pela Justiça. Ela não tinha filhos e morava sozinha na cidade de Cuiabá. Agora a Polícia Civil irá assumir as investigações e esclarecer as motivações, assim como a autoria do crime”, afirmou a coronel.

Durante os primeiros levantamentos, os policiais também encontraram latas de cerveja e outras bebidas alcoólicas na residência. Até o momento, não há informação de que esse material tenha relação com o crime.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), enquanto a Polícia Civil iniciou os procedimentos de investigação.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. Nenhum suspeito havia sido preso até o momento.

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