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Jovem tenta suicidar no Portão do Inferno e acaba salvo por motoqueiro

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Um jovem foi salvo por um motoqueiro ao tentar se jogar do Portão do Inferno, na manhã deste domingo (19). O homem parou o carro no meio da rodovia MT-251, e acabou se deslocando até o precipício, onde iria tentar pular. Um motociclista que passava no local, correu em direção ao jovem e evitou a tragédia.

O ponto turístico é um precipício, que fica às margens da MT-251, próximo ao Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Na sexta-feira, Uma família colocou uma faixa com uma mensagem motivacional na mureta de proteção do Portão do Inferno. A mensagem diz: “Você é precioso, não desista”. No ponto turístico é comum o registro de casos de suicídio.

Para evitar os casos de suicídio, os vereadores de Chapada dos Guimarães, a 65 km da capital, e de Cuiabá estão discutindo ações para consolidar a mudança do nome do Portão do Inferno, ponto turístico entre os dois municípios, para 'Portão do Paraíso'.

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Empresário procurado pela Justiça é denunciado por extorsão e intimidação em Goiás

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Reprodução | Instagram

Uma empresária de Goiânia denunciou à Polícia Civil de Goiás ter sido vítima de extorsão, ameaça e intimidação praticadas pelo empresário cuiabano Maike Koseki de Capua, que está foragido da Justiça de Mato Grosso desde o último dia 14. Ele é procurado por suspeita de perseguir e ameaçar um delegado da Polícia Civil responsável por investigá-lo em um inquérito sobre suposta atuação de organização criminosa.

Segundo a denúncia, o episódio ocorreu um dia antes da operação policial que tentou cumprir o mandado de prisão contra Maike. A empresária afirma que ele e outros sete homens tentaram obrigá-la a assumir uma dívida atribuída ao ex-marido e utilizaram o pai, um idoso, e a filha de apenas 9 anos como forma de pressão.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai da vítima foi abordado no dia 14 de julho enquanto buscava a neta em uma academia de artes marciais, em Goiânia. Conforme o relato, os homens se apresentaram como policiais e disseram que realizavam uma operação para localizar a empresária.

Pouco depois, ela recebeu uma ligação informando que o pai e a filha estavam sob a “custódia” do grupo e que só seriam liberados quando comparecesse ao local. Temendo pela segurança dos familiares, a mulher foi até a entrada do condomínio onde mora, onde encontrou cerca de sete homens.

Ainda segundo a ocorrência, o grupo exigia que ela reconhecesse uma suposta dívida do ex-marido e assinasse documentos para transferência de bens. A empresária afirma que a filha era mencionada repetidamente durante a abordagem como forma de intimidação.

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A vítima relatou que fingiu aceitar discutir a documentação apenas para ganhar tempo e evitar uma possível agressão. Ela também afirma ter recebido ameaças de morte e que um dos integrantes do grupo disse fazer parte de uma facção criminosa.

Após o episódio, a empresária deixou a residência juntamente com a filha e os pais em busca de um local seguro. Segundo ela, a situação também causou constrangimento perante moradores do condomínio e prejuízos à imagem da família.

Ela informou ainda que parte da abordagem foi registrada em seu telefone celular e acredita que câmeras de segurança da academia e do condomínio também tenham gravado a ação.

Além do registro policial, a empresária encaminhou uma carta à desembargadora Juanita Clait Duarte, relatora do pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Maike no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). No documento, ela relata as ameaças sofridas, sustenta que o empresário representa risco à segurança de sua família e pede que o pedido de liberdade seja negado.

Na manifestação, a mulher afirma ainda que, mesmo após Maike passar à condição de foragido, integrantes do grupo voltaram ao condomínio onde ela reside. Segundo ela, havia a suspeita de que procuravam recursos financeiros para facilitar uma eventual fuga do empresário para outro país.

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A empresária também solicitou proteção e pediu que qualquer eventual crime cometido contra ela ou seus familiares seja investigado levando em consideração o histórico das ameaças relatadas.

Em nota, a defesa de Maike Koseki de Capua informou que o empresário pretende conceder uma entrevista para apresentar sua versão dos fatos. Os advogados afirmam que ele não pretende fugir e que trabalham para reverter a prisão decretada, permitindo que se apresente espontaneamente à Justiça.

A defesa informou ainda que solicitará acesso formal à investigação conduzida em Goiás para apresentar manifestação técnica. Em relação ao caso envolvendo o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso e sua esposa, Maike nega ter feito ameaças e afirma que divulgará um vídeo com sua versão sobre os acontecimentos. Os advogados ressaltam que apenas manifestações oficiais do escritório representam o posicionamento do empresário.

Maike é considerado foragido desde que a Justiça de Mato Grosso decretou sua prisão durante as investigações que apuram supostas ameaças contra um delegado da Polícia Civil e a esposa dele. Conforme a investigação, o empresário teria monitorado a rotina da família do policial e promovido atos de intimidação após se tornar alvo de um inquérito criminal.

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