POLÍCIA

PM atendeu quase 20 mil ocorrências nos três primeiros meses de 2019

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A Polícia Militar atendeu 19.507 ocorrências nos três primeiros meses de 2019. O número foi apresentado na manhã desta sexta-feira (12.04), pelo comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, no auditório do Comando Geral.

Os números incluem 397 prisões por mandados em aberto e 2.994 prisões em flagrante, 453 apreensões de armas de fogo e 89 de simulacros de arma. No total, 9.335 pessoas conduzidas à delegacia e foram registradas 664 ocorrências de tráfico de drogas. No trânsito, quase 22 mil pessoas foram abordadas e 3.341 testes de alcoolemia foram realizados.

O coronel Assis destacou que os números mostram as ações ostensivas e de repressão a criminalidade, que buscam combater o crime na hora em que ele acontece. “Muita das ocorrências foram registradas logo depois do crime praticado, ou horas depois. Graças ao empenho da tropa na rua, os dados são significativos”. Ele destacou os 639 veículos que foram localizados ou recuperados neste ano.

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De acordo com o comandante-geral, a ideia é continuar realizando operações. Somente neste ano, 17 operações já foram realizadas em todo o Estado, mas é preciso abrir novas frentes de trabalho. “O crime é mutável, por isso trabalhamos com inteligência interligada com os demais órgãos da Segurança Pública, para que possamos empregar o policiamento de forma mais efetiva”.

Polícia cidadã

Outras ações destacadas pelo coronel Assis foram aquelas que salvaram vidas de crianças e adultos, em ocorrências de afogamentos e primeiros-socorros. Ele também lembrou as ações em escolas da rede pública e privada, como Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) e a Operação Escola Segura, com policiamento ostensivo no entorno das unidades.

Também foi ressaltado o trabalho da Patrulha Maria da Penha, desenvolvido com a participação do Judiciário, Ministério Público e outras entidades, para coibir a violência doméstica e proteger as suas vítimas. “Queremos que a sociedade confie na PM, que é formada por homens e mulheres, pais e mãos de família. São cidadãos comuns que sonham em viver e harmonia, assim como qualquer pessoa”.

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POLÍCIA

Jovem de 26 anos é morta com cerca de 8 tiros dentro de casa em Cuiabá

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Chico Ferreira

Érica Campos Barbosa, de 26 anos, foi morta a tiros na tarde desta quinta-feira (10), em uma residência no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá. Natural de Pontes e Lacerda, ela vivia na capital havia cerca de seis meses e utilizava tornozeleira eletrônica.

De acordo com a Polícia Militar, moradores da região acionaram o 190 após ouvirem cerca de oito disparos vindos do imóvel. Quando a equipe chegou ao endereço, encontrou Érica caída e sem sinais vitais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado e confirmou a morte da jovem ainda no local.

Informações preliminares repassadas por testemunhas apontam que dois homens chegaram ao endereço em uma motocicleta. O passageiro teria descido, entrado no quintal da residência e efetuado os disparos. Em seguida, a dupla fugiu na moto.

Ainda conforme os relatos colhidos pela polícia, não havia sido percebida nenhuma movimentação considerada suspeita no imóvel antes da chegada dos dois homens.

Segundo a coronel Athayses, Érica possuía registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas e era monitorada pela Justiça por meio de tornozeleira eletrônica. A policial informou ainda que a jovem não tinha filhos e morava sozinha em Cuiabá.

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“Ela tinha passagens por crimes de tráfico e usa tornozeleira eletrônica. Então, já era monitorada pela Justiça. Ela não tinha filhos e morava sozinha na cidade de Cuiabá. Agora a Polícia Civil irá assumir as investigações e esclarecer as motivações, assim como a autoria do crime”, afirmou a coronel.

Durante os primeiros levantamentos, os policiais também encontraram latas de cerveja e outras bebidas alcoólicas na residência. Até o momento, não há informação de que esse material tenha relação com o crime.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), enquanto a Polícia Civil iniciou os procedimentos de investigação.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. Nenhum suspeito havia sido preso até o momento.

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