OPERAÇÃO RED TUNE

Polícia desarticula célula de facção que controlava o tráfico no nortão de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Red Tune na manhã desta terça-feira (12) para desmantelar uma estrutura criminosa que operava como uma “franquia do crime” na região norte do estado. Os agentes cumpriram 16 mandados judiciais, sendo oito de busca e apreensão, além de medidas cautelares de quebra de sigilo telemático e bancário. A ofensiva ocorreu simultaneamente nas cidades de Matupá e Peixoto de Azevedo, mirando lideranças e operadores financeiros de uma facção envolvida em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Matupá revelaram que o grupo possuía uma hierarquia rígida e uma divisão de tarefas profissionalizada. No modelo de “franquia” adotado pela organização, apenas membros devidamente cadastrados e autorizados pelo comando central tinham permissão para comercializar entorpecentes e movimentar os valores oriundos da atividade ilícita na região. Quem tentasse operar fora desse sistema era alvo de retaliações violentas, consolidando o monopólio da facção sobre o mercado local de drogas.

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O delegado Emerson Marques Lima explicou que o foco principal desta fase da operação foi a coleta de provas robustas para asfixiar o braço financeiro do grupo. Com as quebras de sigilo bancário e telemático autorizadas pela 5ª Vara da Comarca de Sinop, a polícia busca agora rastrear o caminho do dinheiro e identificar como os lucros do tráfico estavam sendo lavados. O trabalho operacional contou com o apoio estratégico das delegacias de Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo, reforçando o cerco contra o crime organizado no interior.

A Operação Red Tune é considerada um golpe duro na logística da facção, que utilizava a estrutura empresarial para expandir seus domínios no norte mato-grossense. Os materiais apreendidos durante as buscas serão analisados para subsidiar novos pedidos de prisão e aprofundar o mapeamento dos integrantes que ainda permanecem na clandestinidade. A Polícia Civil reafirma que o combate a essas organizações é prioridade absoluta para garantir a segurança da população e a ordem pública nas cidades atingidas pela influência do bando.

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POLÍCIA

Operação da PF mira grupo suspeito de fraudes e encontra laboratório clandestino

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Resvelar, que teve como alvo investigados por supostas fraudes na administração de um plano de saúde. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Morrinhos, em Goiás.

De acordo com a PF, os investigados fazem parte de um grupo que já vinha sendo apurado pelo Ministério Público Federal (MPF) entre os anos de 2019 e 2023.

As investigações apontam que os suspeitos teriam disseminado informações falsas envolvendo procuradores da República e familiares, com o objetivo de desacreditar o trabalho do MPF e dificultar o andamento das apurações.

Durante o cumprimento de um dos mandados, os policiais encontraram um laboratório clandestino funcionando em condições consideradas precárias. No local, havia materiais biológicos armazenados para exames próximos a lixo e fezes de ratos, o que, segundo a polícia, representa grave risco à saúde pública.

A Vigilância Sanitária foi acionada e adotou medidas imediatas no local. As autoridades agora avaliam a dimensão dos serviços realizados no laboratório e os possíveis impactos sanitários causados pelas atividades.

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Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder por crimes como embaraço à investigação criminal, denunciação caluniosa, associação criminosa e infrações sanitárias. Os mandados foram autorizados pela 5ª Vara Criminal Federal de Cuiabá.

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