AÇÃO NO RIO GARÇAS

Suspeitos ligados ao Comando Vermelho morrem após troca de tiros com a polícia

Dois homens apontados como integrantes do Comando Vermelho morreram durante uma troca de tiros com equipes da Força Tática da Polícia Militar, na manhã desta quarta-feira (13), em uma propriedade rural localizada às margens do rio Garças, próximo ao km 19 da BR-070, em Barra do Garças.

Os suspeitos foram identificados como Carlos Eduardo Moreira da Cruz, de 31 anos, e Davi Alexandrino da Silva, de 25. Segundo a Polícia Militar, os dois eram investigados por envolvimento com tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa.

Conforme o boletim de ocorrência, a polícia recebeu denúncias de que a chácara estaria sendo utilizada pela facção criminosa como ponto de armazenamento e transporte de drogas, esconderijo de armas e local para realização do chamado “tribunal do crime”. Informações também indicavam movimentação intensa de pessoas armadas e embarcações na região.

Durante a aproximação das equipes pela área de mata, os policiais avistaram um dos suspeitos armado próximo a uma barraca montada às margens do rio. Ainda segundo a PM, foi dada ordem para que ele largasse a arma, porém o homem teria reagido atirando contra os militares, que revidaram.

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Ao mesmo tempo, outra equipe encontrou o segundo suspeito, que também estaria armado e teria disparado contra os policiais. Houve nova troca de tiros e os dois homens acabaram baleados.

Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Garças, mas não resistiram aos ferimentos.

Na propriedade, os policiais apreenderam dois revólveres calibres .32 e .38, munições, um tablete de maconha, um simulacro de fuzil, materiais utilizados para pesca predatória e uma luminária de LED com suspeita de furto.

Os militares também encontraram diversas latas perfuradas por tiros e com inscrições atribuídas à facção criminosa, incluindo referências ao chamado “tribunal do crime”, o que reforça a suspeita de que o local era utilizado para treinamentos e punições internas do grupo.

Segundo a polícia, Carlos Eduardo possuía extensa ficha criminal por crimes como roubo, furto, receptação, tráfico de drogas, ameaça, resistência e organização criminosa. Já Davi Alexandrino tinha registros policiais nos estados de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil estiveram no local realizando os procedimentos periciais. O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

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Vítima torturada e executada é encontrada com mãos e pés amarrados em MT

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Sete pessoas foram detidas pela Polícia Militar na terça-feira (12), em Cáceres, suspeitas de envolvimento em um homicídio ocorrido em uma área de mata no bairro Jardim Paraíso. Entre os conduzidos estão uma adolescente de 13 anos e um menor de 17 anos.

A vítima, um homem de 33 anos, foi encontrada morta com mãos e pés amarrados, apresentando sinais de tortura e diversos ferimentos pelo corpo.

Segundo o boletim de ocorrência, as equipes do 6º Comando Regional receberam denúncias sobre um grupo em atitude suspeita nas proximidades de um antigo frigorífico da região. Informações apontavam ainda que um dos integrantes estaria armado com um facão.

Com apoio da Força Tática, os policiais intensificaram o patrulhamento e localizaram o corpo da vítima em meio à vegetação. O homem apresentava cortes profundos na cabeça e no braço direito, além de marcas de agressão.

Durante as buscas, os militares ouviram movimentações na mata e flagraram os suspeitos tentando fugir nas proximidades da Rua Barcelona. Todos foram abordados e detidos.

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Na ação, os policiais também apreenderam um simulacro de arma de fogo escondido dentro de uma manilha.

De acordo com a PM, alguns dos suspeitos já possuem antecedentes por crimes como tráfico de drogas, furto, receptação e porte ilegal de arma de fogo.

Os envolvidos foram encaminhados à delegacia, onde o caso foi registrado e seguirá sob investigação da Polícia Civil.

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