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ALMT institui lei “Maio Verde Esmeralda” para valorizar profissionais da enfermagem em MT

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O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), é o autor da nova lei que transforma o mês de maio no período oficial de valorização da enfermagem em todo o estado. Batizada de “Maio Verde Esmeralda”, a campanha foi lançada oficialmente nesta semana pela Câmara Setorial Temática (CST) da Enfermagem, com o objetivo de tirar da invisibilidade as demandas urgentes de enfermeiros, técnicos e auxiliares que formam a linha de frente do sistema de saúde.

A campanha estabelece um calendário anual de conscientização focado em pilares fundamentais como saúde mental, condições dignas de trabalho, segurança e reconhecimento profissional. Como ato simbólico do lançamento, a fachada da Assembleia Legislativa recebeu uma iluminação especial na cor verde esmeralda, tom que representa a profissão. A iniciativa busca não apenas celebrar a categoria, mas fortalecer o debate político sobre a importância desses profissionais no cenário econômico e social mato-grossense.

A presidente da CST da Enfermagem, Merielly Nantes, destacou durante o evento que o “Maio Verde Esmeralda” nasce como um marco histórico para a categoria no estado. Segundo ela, a união entre os diferentes níveis da profissão é essencial para garantir que temas como o piso salarial e a jornada de trabalho continuem na pauta do dia. O evento de lançamento também abriu espaço para discussões sobre o protagonismo feminino, já que a enfermagem é composta majoritariamente por mulheres que buscam maior representatividade em espaços de poder.

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Além das ações institucionais na capital, a lei prevê que o Governo do Estado e as prefeituras possam promover palestras, seminários e campanhas educativas ao longo de todo o mês. Para o autor da proposta, Max Russi, a institucionalização da data é um passo decisivo para garantir que a valorização da enfermagem não seja apenas um discurso temporário, mas uma política pública contínua que assegure dignidade a quem dedica a vida ao cuidado do próximo em hospitais e unidades de saúde de Mato Grosso.

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Política MT

Max Russi enquadra Ministério da Saúde e exige aumento imediato de repasses para municípios de MT

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O deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), subiu o tom nesta terça-feira (28) contra o Governo Federal ao cobrar um aumento real nos recursos destinados à saúde municipal. Durante reunião da Comissão de Saúde na ALMT, o parlamentar entregou a reivindicação diretamente ao representante do Ministério da Saúde, Fernando Figueira, alertando que as prefeituras estão no limite financeiro para manter programas básicos de atendimento.

Russi destacou que os prefeitos mato-grossenses vivem hoje um cenário de “continha”, onde são obrigados a assumir a maior parte dos custos de programas lançados pela União. Segundo o deputado, a contrapartida exigida pelo governo federal é desproporcional à arrecadação das cidades, o que impede avanços em áreas críticas e sobrecarrega o caixa das prefeituras. O parlamentar lembrou que o setor amargou um congelamento de oito anos nos repasses federais, situação que só começou a ser revista em 2023.

Pressão sobre o Governo Federal e apoio de Pivetta

O presidente da Assembleia revelou que já articulou o tema com o governador Otaviano Pivetta, que se comprometeu a ampliar os investimentos estaduais onde for necessário. No entanto, a gestão estadual condiciona esse avanço a uma contrapartida justa da União. Russi enfatizou que o Estado está disposto a atuar, mas o Governo Federal precisa cumprir sua parte para que Mato Grosso consiga sair da incômoda 25ª posição nos indicadores nacionais de saúde.

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Como ex-prefeito de Jaciara, Max Russi utilizou sua experiência na gestão municipal para reforçar que conhece as dificuldades de quem administra a saúde na ponta. Ele citou como exemplo a implantação do Samu em parceria com os Bombeiros, modelo que exige manutenção constante e recursos que muitas vezes as prefeituras não conseguem bancar sozinhas. Para o parlamentar, sem o entendimento e o apoio financeiro do Ministério da Saúde, a modernização do sistema em Mato Grosso continuará travada.

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