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Criminosos rendem trabalhador e são presos após cerco policial em MT

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Três suspeitos, dois de 19 anos e um de 39 anos, foram presos na madrugada desta segunda-feira (15) após invadirem uma empresa, manterem um funcionário refém e praticarem um roubo em Pontes e Lacerda. A vítima, um homem de 55 anos, foi encontrada amarrada dentro do alojamento do estabelecimento.

De acordo com a Polícia Civil, a ação criminosa foi descoberta após uma denúncia informar que assaltantes haviam invadido a empresa, localizada no bairro Vila Guaporé, e mantinham um funcionário sob cárcere privado. Diante da informação, equipes policiais foram mobilizadas e cercaram o imóvel.

Durante a operação, um dos suspeitos tentou deixar o local conduzindo uma caminhonete pertencente à empresa. Nesse momento, os investigadores entraram no estabelecimento e determinaram que os criminosos se rendessem.

Segundo a polícia, o suspeito que estava no veículo tentou escapar e resistiu à abordagem. Houve confronto e ele acabou sendo atingido por um disparo na perna.

Os outros dois envolvidos tentaram fugir pulando o muro da empresa. Um deles, que estava armado com uma pistola, teria apontado a arma em direção aos policiais. Os agentes reagiram e efetuaram disparos, atingindo o suspeito de raspão.

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Após controlar a situação, os policiais localizaram o funcionário da empresa amarrado com fios elétricos e pedaços de tecido dentro do alojamento. Conforme relato da corporação, a vítima apresentava forte abalo emocional e sinais de choque.

Durante as buscas, foram apreendidos uma pistola, mais de R$ 1,2 mil em dinheiro, perfumes, um aparelho celular e outros objetos que teriam sido roubados durante a ação criminosa.

Os dois suspeitos feridos receberam atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram encaminhados ao Hospital Vale do Guaporé. Já o terceiro envolvido foi levado diretamente para a delegacia.

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Polícia mira grupo que se passava por jogador de futebol para extorquir influenciadora

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), a Operação Falso 9, com o objetivo de desarticular um grupo suspeito de praticar extorsão por meio da chamada “sextorsão” contra uma influenciadora digital do interior do Estado. A ação resultou no cumprimento de cinco ordens judiciais nos municípios de Juína e Castanheira.

Entre as medidas autorizadas pela Justiça estão um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e duas quebras de sigilo telemático. A operação é conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Segundo as investigações, os suspeitos utilizavam perfis falsos em aplicativos de mensagens e se passavam por um jogador de futebol conhecido para se aproximar da vítima, uma influenciadora digital e modelo mato-grossense.

Após conquistarem a confiança da mulher, os criminosos conseguiram acesso a imagens íntimas e passaram a exigir dinheiro para não divulgar o material. Conforme a apuração policial, o grupo chegou a cobrar R$ 20 mil para manter o conteúdo em sigilo.

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Sob pressão e ameaças constantes, a vítima realizou uma transferência via Pix de R$ 4 mil aos suspeitos, na tentativa de evitar a exposição das imagens.

Durante o trabalho investigativo, a DRCI identificou o principal suspeito do esquema, residente em Juína, além de outros possíveis envolvidos em Castanheira. Os elementos reunidos apontam que os investigados atuavam de forma coordenada na prática do crime.

De acordo com o delegado Guilherme Campomar da Rocha, responsável pelo caso, a operação busca reunir novas provas, interromper a atuação do grupo criminoso e impedir que a vítima continue sendo alvo das ameaças.

As investigações seguem em andamento para identificar outros participantes do esquema e verificar a existência de novas vítimas.

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