OPERAÇÃO POLICIAL

Polícia prende trio suspeito de executar homem e jogar corpo no Rio Garças

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Três homens foram presos neste domingo (14), em Alto Araguaia, suspeitos de participação no assassinato de um homem de 28 anos encontrado morto em Barra do Garças na última sexta-feira (12). Segundo a Polícia Militar, os detidos, com idades entre 20 e 49 anos, seriam integrantes de uma facção criminosa e teriam envolvimento direto na execução da vítima.

O corpo foi localizado nas águas do Rio Garças, nas proximidades do Anel Viário de Barra do Garças. Conforme as informações apuradas pelas forças de segurança, a vítima estava decapitada, com as mãos amarradas e apresentava diversos ferimentos provocados por arma branca. A suspeita é de que o crime tenha ocorrido um dia antes da localização do cadáver.

Após a descoberta do homicídio, equipes do 5º Comando Regional, de Barra do Garças, e do 4º Comando Regional, de Rondonópolis, iniciaram uma operação integrada para identificar os responsáveis. Durante as investigações, os policiais tiveram acesso a imagens e informações que mostravam os suspeitos ao lado da vítima horas antes do assassinato.

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No decorrer das diligências, policiais do 15º Batalhão identificaram dois homens em atitude suspeita. Ao perceberem a aproximação das viaturas, eles tentaram mudar de direção, mas foram abordados e detidos.

Durante o interrogatório, os suspeitos admitiram participação no crime e afirmaram que a vítima teria sido morta por supostamente possuir uma dívida com uma facção criminosa. Eles também relataram que o homem foi sequestrado e submetido a sessões de tortura antes de ser executado.

Ainda segundo os depoimentos, a cabeça da vítima teria sido lançada no Rio Garças após o assassinato. Os suspeitos informaram ainda que, depois do crime, fugiram para Alto Araguaia, onde receberam abrigo em uma residência.

Com as informações obtidas, os policiais seguiram até o imóvel indicado e localizaram um terceiro homem, suspeito de ter dado apoio aos envolvidos. Ele também foi preso.

Os três detidos foram encaminhados para a delegacia e entregues à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações para esclarecer todos os detalhes do caso.

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Polícia mira grupo que se passava por jogador de futebol para extorquir influenciadora

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), a Operação Falso 9, com o objetivo de desarticular um grupo suspeito de praticar extorsão por meio da chamada “sextorsão” contra uma influenciadora digital do interior do Estado. A ação resultou no cumprimento de cinco ordens judiciais nos municípios de Juína e Castanheira.

Entre as medidas autorizadas pela Justiça estão um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e duas quebras de sigilo telemático. A operação é conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Segundo as investigações, os suspeitos utilizavam perfis falsos em aplicativos de mensagens e se passavam por um jogador de futebol conhecido para se aproximar da vítima, uma influenciadora digital e modelo mato-grossense.

Após conquistarem a confiança da mulher, os criminosos conseguiram acesso a imagens íntimas e passaram a exigir dinheiro para não divulgar o material. Conforme a apuração policial, o grupo chegou a cobrar R$ 20 mil para manter o conteúdo em sigilo.

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Sob pressão e ameaças constantes, a vítima realizou uma transferência via Pix de R$ 4 mil aos suspeitos, na tentativa de evitar a exposição das imagens.

Durante o trabalho investigativo, a DRCI identificou o principal suspeito do esquema, residente em Juína, além de outros possíveis envolvidos em Castanheira. Os elementos reunidos apontam que os investigados atuavam de forma coordenada na prática do crime.

De acordo com o delegado Guilherme Campomar da Rocha, responsável pelo caso, a operação busca reunir novas provas, interromper a atuação do grupo criminoso e impedir que a vítima continue sendo alvo das ameaças.

As investigações seguem em andamento para identificar outros participantes do esquema e verificar a existência de novas vítimas.

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