FALHOU DUAS VEZES

Jovem de 25 anos escapa de tentativa de homicídio após arma do atirador falhar

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Um jovem de 25 anos foi alvo de uma tentativa de homicídio em frente a uma distribuidora de bebidas, na noite desta quarta-feira (12), no bairro São Domingos, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, o suspeito apontou uma arma para a cabeça da vítima e tentou atirar duas vezes, mas a arma apresentou falha. Durante a fuga, ele ainda teria furtado uma bicicleta.

Câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito aponta a arma para a cabeça do jovem. A vítima fica parada por alguns segundos e depois reage, avançando contra o suspeito, que tenta atirar mais uma vez. Em seguida, os dois saem correndo.

Uma testemunha também entrou em luta corporal com o suspeito, que conseguiu fugir do local. Durante a fuga, segundo a polícia, ele furtou uma bicicleta rosa. O veículo foi encontrado nas proximidades.

No local, o suspeito deixou cair um celular. Atrás da capa do aparelho, os policiais encontraram uma porção de substância semelhante à cocaína. Uma motocicleta preta, que estava com a placa dobrada, também foi encontrada e apreendida. Segundo a polícia, o veículo teria sido usado na tentativa de homicídio.

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A vítima contou aos policiais que é usuária de cocaína e que estaria devendo R$ 1 mil a uma facção criminosa. Ele também relatou que vinha recebendo ameaças de morte há vários dias.

A Polícia Militar fez buscas na região, mas o suspeito não foi localizado até o registro do boletim de ocorrência. O caso segue em investigação.

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Medeiros defende proibição de ações policiais antes de eleição e critica operação contra Mauro

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ESTADÃO MT

O deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros (PL) criticou a deflagração de operações policiais contra candidatos durante o período eleitoral e defendeu a proibição dessas ações nos seis meses que antecedem as eleições.

A declaração foi dada ao comentar a Operação Heritage, da Polícia Federal, que atingiu seu adversário na disputa pelo Senado, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), além de integrantes de seu núcleo político e familiar.

Para Medeiros, as autoridades teriam tempo suficiente para realizar as operações antes do início do período eleitoral. Ele argumentou que uma eventual ação poderia ser adiada sem prejuízo às investigações.

“Ninguém vai morrer se uma operação deixar de ser feita seis meses antes do período eleitoral. Eu penso que teve todo o tempo do mundo e tem todo o tempo do mundo para se fazer todas as operações possíveis antes do período eleitoral”, declarou.

O deputado também questionou o fato de a Operação Heritage ter sido deflagrada no dia do registro das candidaturas. Apesar de reconhecer que Mauro é seu adversário direto, Medeiros afirmou desconfiar da coincidência.

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“Em que pese ser meu adversário, é uma operação no dia do registro das candidaturas. É muita coincidência para ser só coincidência”, afirmou.

Segundo Medeiros, operações realizadas durante a campanha podem provocar reflexos que ultrapassam o investigado e atingir toda a coligação. Ele sustenta que a restrição daria maior “segurança jurídica” ao processo eleitoral.

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