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Motociclista morre após ser atingido por carro na Avenida Miguel Sutil

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Um motociclista morreu após ser atingido por um carro na Avenida Miguel Sutil, no bairro Cidade Alta, em Cuiabá, nesta quarta-feira (12). A vítima foi identificada como Elton Valcley Nunes Delgado. Conforme o registro da ocorrência, o motorista do carro não possuía habilitação, enquanto o motociclista era habilitado.

O acidente foi registrado por uma câmera de segurança, que flagrou o momento em que o carro faz a conversão e atinge a moto que seguia pela faixa da direita. Com o impacto, Elton caiu próximo de um córrego.

Conforme a Polícia Civil, o carro seguia pela pista central da Avenida Miguel Sutil, no sentido bairro-Centro. Já a moto, que trafegava pela mesma via e no mesmo sentido, estava na faixa da direita.

As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis.

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Medeiros defende proibição de ações policiais antes de eleição e critica operação contra Mauro

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ESTADÃO MT

O deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros (PL) criticou a deflagração de operações policiais contra candidatos durante o período eleitoral e defendeu a proibição dessas ações nos seis meses que antecedem as eleições.

A declaração foi dada ao comentar a Operação Heritage, da Polícia Federal, que atingiu seu adversário na disputa pelo Senado, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), além de integrantes de seu núcleo político e familiar.

Para Medeiros, as autoridades teriam tempo suficiente para realizar as operações antes do início do período eleitoral. Ele argumentou que uma eventual ação poderia ser adiada sem prejuízo às investigações.

“Ninguém vai morrer se uma operação deixar de ser feita seis meses antes do período eleitoral. Eu penso que teve todo o tempo do mundo e tem todo o tempo do mundo para se fazer todas as operações possíveis antes do período eleitoral”, declarou.

O deputado também questionou o fato de a Operação Heritage ter sido deflagrada no dia do registro das candidaturas. Apesar de reconhecer que Mauro é seu adversário direto, Medeiros afirmou desconfiar da coincidência.

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“Em que pese ser meu adversário, é uma operação no dia do registro das candidaturas. É muita coincidência para ser só coincidência”, afirmou.

Segundo Medeiros, operações realizadas durante a campanha podem provocar reflexos que ultrapassam o investigado e atingir toda a coligação. Ele sustenta que a restrição daria maior “segurança jurídica” ao processo eleitoral.

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