PRESO EM SERGIPE

Homem é preso suspeito de estuprar e engravidar enteada de 13 anos em MT

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Um homem de 40 anos foi preso nesta quinta-feira (10), em Sergipe, suspeito de estuprar a enteada de 13 anos, em Ponte Branca, a 491 quilômetros de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, a adolescente engravidou em decorrência dos abusos atribuídos ao investigado.

A prisão ocorreu após uma investigação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Sergipe. O suspeito havia deixado o estado antes do cumprimento das ordens judiciais e foi localizado após troca de informações entre as forças de segurança.

O caso começou a ser investigado em junho deste ano, quando a mãe da adolescente procurou as autoridades depois de descobrir a gravidez da filha. A gestação foi percebida durante uma viagem da família a Mineiros (GO), quando a mulher notou mudanças físicas na adolescente.

Após retornar a Ponte Branca, a menina foi encaminhada para atendimento médico. Exames confirmaram que ela estava grávida e que a gestação já se encontrava em estágio avançado.

A família procurou o Conselho Tutelar e recebeu orientação para registrar a ocorrência. Nos primeiros atendimentos, a adolescente não conseguiu apontar quem seria o responsável pela gravidez.

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Com o avanço das diligências e a apuração sobre pessoas que faziam parte do convívio da vítima, os investigadores reuniram informações que colocaram o padrasto como principal suspeito.

Diante dos elementos obtidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão preventiva do homem e a expedição de mandado de busca. As medidas foram autorizadas pela Primeira Vara Criminal e Cível de Alto Araguaia.

Antes que as ordens fossem cumpridas, o Núcleo de Inteligência da Delegacia de Alto Araguaia identificou movimentações que indicariam uma possível intenção do investigado de deixar a região. Entre elas estavam negociações para a venda de um imóvel e de um veículo.

Em agosto, policiais foram a Ponte Branca para cumprir as determinações judiciais, mas o suspeito já não estava na cidade. A mãe da adolescente, companheira do investigado, também havia deixado o município.

As diligências prosseguiram até que a Polícia Civil identificou que o homem havia saído de Mato Grosso e seguido para Sergipe.

As informações sobre o paradeiro foram compartilhadas entre as equipes de inteligência das Polícias Civis dos dois estados. Após a localização, a Polícia Militar de Sergipe foi acionada para realizar a abordagem.

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O investigado foi preso nesta quinta-feira em cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Mato Grosso. Ele permanece à disposição do Poder Judiciário enquanto as investigações sobre o caso prosseguem.

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POLÍCIA

Avião que caiu em MT não tinha registro no Brasil nem plano de voo localizado

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O avião que caiu e deixou três pessoas mortas em Água Boa, nesta quinta-feira (10), havia sido comprado há aproximadamente quatro meses e, conforme informações preliminares da Polícia Civil, não possuía registro junto às autoridades brasileiras de aviação. Os investigadores também não localizaram, até o momento, um plano de voo válido referente à viagem.

A identidade da pessoa que adquiriu a aeronave não foi divulgada. As três vítimas que estavam a bordo também ainda não foram oficialmente identificadas pelas autoridades.

Segundo o delegado de Água Boa, Carlos Alberto Silva, antes da aquisição, o avião permanecia em um hangar no aeródromo de Goiânia (GO) e estaria sem condições de realizar voos.

As informações levantadas inicialmente apontam que, na manhã do acidente, o proprietário e outras duas pessoas teriam embarcado na aeronave e decolado de Goiânia. Horas depois, o avião caiu na região de Água Boa.

A Polícia Civil tenta agora reconstruir o trajeto realizado pela aeronave. Entre as questões ainda sem resposta está o destino da viagem, já que não foi encontrado, até o momento, um plano de voo válido que esclareça para onde o grupo seguia.

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A investigação também busca esclarecer a situação documental do avião e as circunstâncias em que ele voltou a operar. A polícia analisa, entre outros pontos, a ausência de registro no Brasil e as condições em que a aeronave se encontrava antes da decolagem.

As causas do acidente ainda não foram determinadas. Por isso, não há, até agora, relação estabelecida entre a situação documental ou as condições anteriores da aeronave e a queda.

Os investigadores também verificaram a possibilidade de transporte de material ilícito. Conforme as informações disponíveis até o momento, não foram encontrados indícios de drogas ou de qualquer outra carga ilegal no avião.

As investigações continuam para esclarecer a origem, o destino e as circunstâncias do voo, além dos fatores que podem ter contribuído para o acidente.

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