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Operação atinge pontos ligados a facção e tráfico de drogas em nove bairros

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (11), a Operação Modo Avião, para combater a atuação de um núcleo de uma facção criminosa investigado por envolvimento com o tráfico de drogas em diferentes regiões de Sinop, a 500 quilômetros de Cuiabá.

Durante a ação, são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão em imóveis apontados pela investigação como possíveis pontos utilizados pelo grupo. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Municipal de Sinop e indicam que alguns dos endereços seriam utilizados para armazenar e comercializar entorpecentes, além de servir como locais para guardar armas de fogo relacionadas à organização criminosa.

Os investigados são apurados por suspeita de tráfico de drogas, associação para o tráfico, participação em organização criminosa e posse ou porte irregular de arma de fogo.

A investigação começou após a Polícia Civil receber e levantar informações sobre a existência de um núcleo da facção que atuaria na distribuição, transporte e venda de drogas em diversos bairros de Sinop.

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A partir dessas informações, os investigadores intensificaram o trabalho de campo. Entre julho e agosto deste ano, equipes passaram a monitorar e mapear endereços suspeitos de ligação com as atividades do grupo.

Durante as diligências, segundo a Polícia Civil, foi constatado em alguns imóveis um fluxo de pessoas considerado incompatível com a rotina habitual de uma residência. A movimentação apresentou, conforme os investigadores, características associadas à possível comercialização de drogas.

Com os elementos reunidos durante a apuração, a Polícia Civil solicitou à Justiça autorização para realizar buscas nos endereços identificados.

A operação busca apreender drogas, armas, documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para esclarecer a estrutura e a atuação do grupo, além de auxiliar na identificação de outros possíveis integrantes.

Os 11 mandados são cumpridos em imóveis distribuídos pelos bairros Jardim das Primaveras, Residencial Sebastião de Matos, Jardim do Ouro, Jardim das Violetas, Jardim Celeste, Jardim Ibirapuera, Jardim Araguaia, Jardim Califórnia e Residencial Lisboa.

As investigações continuam para identificar a extensão da atuação do grupo e a participação individual dos investigados.

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POLÍCIA

Avião que caiu em MT não tinha registro no Brasil nem plano de voo localizado

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O avião que caiu e deixou três pessoas mortas em Água Boa, nesta quinta-feira (10), havia sido comprado há aproximadamente quatro meses e, conforme informações preliminares da Polícia Civil, não possuía registro junto às autoridades brasileiras de aviação. Os investigadores também não localizaram, até o momento, um plano de voo válido referente à viagem.

A identidade da pessoa que adquiriu a aeronave não foi divulgada. As três vítimas que estavam a bordo também ainda não foram oficialmente identificadas pelas autoridades.

Segundo o delegado de Água Boa, Carlos Alberto Silva, antes da aquisição, o avião permanecia em um hangar no aeródromo de Goiânia (GO) e estaria sem condições de realizar voos.

As informações levantadas inicialmente apontam que, na manhã do acidente, o proprietário e outras duas pessoas teriam embarcado na aeronave e decolado de Goiânia. Horas depois, o avião caiu na região de Água Boa.

A Polícia Civil tenta agora reconstruir o trajeto realizado pela aeronave. Entre as questões ainda sem resposta está o destino da viagem, já que não foi encontrado, até o momento, um plano de voo válido que esclareça para onde o grupo seguia.

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A investigação também busca esclarecer a situação documental do avião e as circunstâncias em que ele voltou a operar. A polícia analisa, entre outros pontos, a ausência de registro no Brasil e as condições em que a aeronave se encontrava antes da decolagem.

As causas do acidente ainda não foram determinadas. Por isso, não há, até agora, relação estabelecida entre a situação documental ou as condições anteriores da aeronave e a queda.

Os investigadores também verificaram a possibilidade de transporte de material ilícito. Conforme as informações disponíveis até o momento, não foram encontrados indícios de drogas ou de qualquer outra carga ilegal no avião.

As investigações continuam para esclarecer a origem, o destino e as circunstâncias do voo, além dos fatores que podem ter contribuído para o acidente.

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