NOVOS DESDOBRAMENTOS

Vizinho é preso suspeito de matar jovem após perseguição e mensagens íntimas

A morte de Clara Vitória da Silva, de 23 anos, passou a ser investigada como feminicídio seguido de estupro após a prisão do vizinho da jovem, de 35 anos, apontado pela Polícia Civil como principal suspeito do crime. O corpo da vítima foi encontrado na manhã de terça-feira (12), dentro da casa onde ela morava, no bairro Jardim Esmeralda, em Tangará da Serra.

Segundo a investigação, Clara foi encontrada caída na sala da residência por uma amiga, com ferimentos graves na cabeça e indícios de violência sexual. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e confirmou a morte ainda na residência.

De acordo com o delegado Guilherme Lós, responsável pelo caso, o suspeito havia se mudado há cerca de oito dias para a casa da mãe, localizada em frente ao imóvel da vítima. Nesse período, ele teria passado a monitorar a rotina da jovem e desenvolvido uma obsessão após tentar se aproximar sem sucesso.

As apurações apontam que o homem entrou em contato com Clara pelas redes sociais e enviou mensagens de cunho sexual, mas não recebeu retorno. A vítima era casada e mantinha união estável com um caminhoneiro que frequentemente viajava a trabalho.

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Conforme a Polícia Civil, Clara manteve contato com amigos até por volta das 21h da noite do crime. Pouco tempo depois, ela deixou de responder mensagens e chamadas telefônicas. Testemunhas relataram ter ouvido barulhos semelhantes a agressões físicas entre 21h15 e 21h50.

Após mais de 15 horas de análise de imagens de segurança da região, os investigadores identificaram um homem circulando próximo à residência da vítima. Em determinado momento, ele aparece arremessando objetos por cima do muro de uma oficina mecânica.

No local indicado pelas imagens, os policiais encontraram dois celulares destruídos, uma nota de R$ 50 e um cartão bancário em nome do marido de Clara.

A investigação também revelou que o suspeito não saiu da área monitorada pelas câmeras, restringindo sua localização a poucas residências da rua, incluindo a casa onde estava hospedado.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram roupas semelhantes às utilizadas pelo homem no horário do crime. Uma camiseta branca apresentava sinais de lavagem recente, mas ainda continha manchas compatíveis com sangue. O celular do suspeito também foi apreendido e será submetido à perícia.

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Com base nos indícios reunidos, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia. O caso segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada da Mulher, que continuará as investigações para esclarecer todos os detalhes do crime.

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CIDADES

Suspeitos ligados ao Comando Vermelho morrem após troca de tiros com a polícia

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Dois homens apontados como integrantes do Comando Vermelho morreram durante uma troca de tiros com equipes da Força Tática da Polícia Militar, na manhã desta quarta-feira (13), em uma propriedade rural localizada às margens do rio Garças, próximo ao km 19 da BR-070, em Barra do Garças.

Os suspeitos foram identificados como Carlos Eduardo Moreira da Cruz, de 31 anos, e Davi Alexandrino da Silva, de 25. Segundo a Polícia Militar, os dois eram investigados por envolvimento com tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa.

Conforme o boletim de ocorrência, a polícia recebeu denúncias de que a chácara estaria sendo utilizada pela facção criminosa como ponto de armazenamento e transporte de drogas, esconderijo de armas e local para realização do chamado “tribunal do crime”. Informações também indicavam movimentação intensa de pessoas armadas e embarcações na região.

Durante a aproximação das equipes pela área de mata, os policiais avistaram um dos suspeitos armado próximo a uma barraca montada às margens do rio. Ainda segundo a PM, foi dada ordem para que ele largasse a arma, porém o homem teria reagido atirando contra os militares, que revidaram.

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Ao mesmo tempo, outra equipe encontrou o segundo suspeito, que também estaria armado e teria disparado contra os policiais. Houve nova troca de tiros e os dois homens acabaram baleados.

Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Garças, mas não resistiram aos ferimentos.

Na propriedade, os policiais apreenderam dois revólveres calibres .32 e .38, munições, um tablete de maconha, um simulacro de fuzil, materiais utilizados para pesca predatória e uma luminária de LED com suspeita de furto.

Os militares também encontraram diversas latas perfuradas por tiros e com inscrições atribuídas à facção criminosa, incluindo referências ao chamado “tribunal do crime”, o que reforça a suspeita de que o local era utilizado para treinamentos e punições internas do grupo.

Segundo a polícia, Carlos Eduardo possuía extensa ficha criminal por crimes como roubo, furto, receptação, tráfico de drogas, ameaça, resistência e organização criminosa. Já Davi Alexandrino tinha registros policiais nos estados de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil estiveram no local realizando os procedimentos periciais. O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

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