Real Time Big Data

Vantagem de Wellington Fagundes sobre Pivetta cai de 26 para 8 pontos, aponta pesquisa

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A nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira (12), sobre a sucessão estadual em Mato Grosso mantém Wellington Fagundes (PL) na liderança, mas a vantagem construída pelo senador vem sendo gradativamente consumida, enquanto Otaviano Pivetta (Republicanos) avança na corrida pelo Palácio Paiaguás.

A vantagem de Fagundes sobre o governador caiu de 26 para apenas oito pontos percentuais, segundo os levantamentos realizados no Estado pelo instituto. Os dados mostram movimentos opostos dos dois principais candidatos.

A evolução das intenções de voto

Enquanto Wellington caiu de 44% das intenções de voto em novembro para 34% em agosto, Pivetta avançou de 18% para 26% no mesmo período. Com isso, a distância entre os dois foi reduzida em 18 pontos.Em novembro, Wellington aparecia com 44%, contra apenas 18% de Pivetta e 6% de Natasha Slhessarenko. Naquele momento, o senador tinha uma confortável vantagem de 26 pontos sobre o atual governador.

Em março, a distância já havia diminuído. Wellington recuou para 43%, enquanto Pivetta chegou a 25%. Natasha alcançou 12%. A vantagem do senador sobre Pivetta caiu, então, para 18 pontos.O movimento continuou em junho. Wellington apareceu com 40%, Pivetta alcançou 29% e Natasha chegou a 16%. A diferença entre os dois principais candidatos foi reduzida novamente, desta vez para 11 pontos.

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Agora, em agosto, Wellington registra 34%, contra 26% de Pivetta e 13% de Natasha. A distância, que chegou a ser de 26 pontos em novembro, é de apenas oito.Os números em perspectivaDesde novembro, Wellington perdeu dez pontos percentuais — uma redução de quase um quarto do eleitorado que declarava voto nele naquele levantamento. Pivetta, no sentido inverso, ganhou oito pontos e ampliou em cerca de 44% o percentual de eleitores que declaravam voto nele.A sequência fica clara quando observada a vantagem de Wellington sobre Pivetta:

Novembro: 26 pontos
Março: 18 pontos
Junho: 11 pontos
Agosto: 8 pontos

Em nove meses, portanto, 18 dos 26 pontos que separavam Wellington de Pivetta desapareceram. A série histórica mostra que a ampla vantagem existente no final do ano passado foi sendo reduzida levantamento após levantamento, ao mesmo tempo em que Pivetta deixou uma posição distante para se consolidar como principal adversário do candidato do PL.

Eleitores indecisosOutro dado chama atenção nesta pesquisa: a quantidade de eleitores que ainda não definiu espontaneamente seu candidato. Quando os pesquisadores não apresentam os nomes dos concorrentes, 50% dos entrevistados dizem ainda não saber em quem votar. Wellington é citado espontaneamente por 14% e Pivetta por 10%. A diferença entre os dois, nesse caso, é de apenas quatro pontos.

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Eleições 2026

Max mira votação recorde e diz que próximo mandato será o último na ALMT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), já projeta os próximos passos da carreira política e afirma que pretende encerrar seu ciclo no Legislativo estadual após mais um mandato. De olho em uma futura disputa majoritária, o parlamentar estabeleceu como meta superar os mais de 70 mil votos conquistados em 2022 e chegar, pelo menos, aos 71 mil nas eleições deste ano.

Para Russi, manter a trajetória de crescimento nas urnas será importante não apenas para a reeleição, mas também como demonstração de força política para os projetos que pretende construir nos próximos anos.

O deputado relembrou que sua votação aumentou ao longo da carreira, desde a primeira eleição para vereador até chegar à presidência da Assembleia Legislativa.

“Eu comecei como vereador com 600, como prefeito com 7 [mil], na segunda eleição fiz 10 [mil], cheguei à Assembleia com 20 [mil], na outra eleição fiz 35 [mil] e na última fiz 70 mil votos. Se Deus continuar me abençoando, a população de Mato Grosso entender que nós fizemos uma boa entrega, eu espero fazer pelo menos 71 mil votos”, afirmou.

Na avaliação do presidente da ALMT, ampliar a votação significaria o reconhecimento do eleitor ao trabalho realizado. Em sentido contrário, uma redução nas urnas poderia representar um resultado negativo para seus planos e para o grupo político do qual faz parte.

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“Porque eu estou indo para frente, estou aumentando os votos, sinal que eu fiz uma boa entrega. Se eu diminuir, eu acho que vai ser negativo para o nosso grupo político, para as nossas pretensões políticas”, declarou.

Último mandato e preparação para uma majoritária

Max também voltou a afirmar que, caso seja reeleito, pretende fazer dos próximos quatro anos seu último mandato como deputado estadual. O período, segundo ele, será utilizado para ampliar sua presença no interior, trabalhar pautas relacionadas ao desenvolvimento do estado e se preparar para uma futura candidatura majoritária.

Embora não tenha cravado qual cargo pretende disputar, a declaração aumenta as expectativas em torno de uma eventual candidatura ao Governo de Mato Grosso em 2030.

“Tenho falado que vai ser meu último mandato como deputado estadual. Acho que eu vou encerrar um ciclo agora, nesses próximos quatro anos. Quero entregar muito, quero fazer muito, quero andar muito por esse Estado, quero trabalhar em pautas de desenvolvimento de Mato Grosso, visitando todas as regiões e me preparar para uma candidatura majoritária”, disse.

Max prevê renovação na Assembleia

Além de falar sobre o próprio futuro, o presidente da ALMT fez projeções para a composição da próxima legislatura. Segundo Russi, a Assembleia poderá passar por uma renovação significativa, com a entrada de quatro a dez novos deputados estaduais.

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Ele ponderou, entretanto, que pesquisas e análises eleitorais não substituem o resultado das urnas.

“Comprovado é o voto no dia da eleição. Mas tem uma tendência, analisando várias pesquisas, estudando a experiência que a gente tem de mandatos de eleições anteriores, eu acho que nós teremos no mínimo de quatro a cinco renovações e no máximo uns 10 novos deputados assumindo cargos dentro da Assembleia”, afirmou.

Podemos mira seis cadeiras

Presidente estadual do Podemos, Max também demonstrou confiança no desempenho da legenda na disputa proporcional. A meta estabelecida pelo partido é conquistar seis cadeiras na Assembleia Legislativa.

Apesar do otimismo, Russi reconheceu que atingir esse número não será uma tarefa simples e dependerá de pelo menos uma candidatura alcançar votação bem acima da média esperada.

“Eu tenho convicção que nós vamos eleger seis deputados estaduais. Não acho fácil, acho difícil, precisaria alguém estourar de voto, ter uma votação acima da perspectiva, acima do esperado”, concluiu.

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